O som estridente dos freios parecia perfurar os tímpanos de Sara.
Ela não sabia por que estava parada ali — parecia ser perto de sua escola.
Sara olhou para a carroceria de metal deformada, os vidros estilhaçados, e os rostos das pessoas dentro do carro não estavam claramente visíveis. Mas os estilhaços de vidro já haviam respingado nas bochechas do homem, deixando-as cobertas de sangue.
Sara sentou-se abruptamente, respirando com dificuldade, as costas encharcadas de suor frio que molhava seu