Enquanto isso, Rafael dirigia pelas avenidas de São Paulo como se fugisse de si mesmo. A imagem de Isadora abraçando aquele homem — mesmo que brevemente — não saía de sua cabeça. O ciúmes rasgava por dentro. Pegou o celular e ligou para Gustavo.
— Mano, preciso beber.
— Tô em cirurgia, Rafa. Emergência. Me desculpa.
— Tudo bem... cuida aí. — Rafael desligou e suspirou, os dedos batendo no volante com força. A raiva pulsava.
Foi para sua cobertura. Assim que entrou, largou a pasta sobre a poltro