Margarida
— Tem certeza que vai ficar bem? — Anna perguntou, com um olhar preocupado.
— Sim. Eu confio nele.
E era verdade. Era uma confiança que surgia de algum lugar inexplicável, quase instintiva. Como se, em algum momento, meu coração já soubesse que Ronaldo era alguém confiável. Alguém que não me deixaria cair.
— Tudo bem… Mas se precisar de algo, me ligue. Vou aproveitar um pouco mais com o amigo bonitão dele. — brincou, piscando um olho.
Soltei uma risada e a abracei aperta