44. Um presente misterioso?
O carro deslizou suavemente pelas ruas de Nova Iorque, cada semáforo parecia prolongar a expectativa, cada curva fazia meu coração acelerar um pouco mais. Ao meu lado, Kairos dirigia com aquela calma habitual, os olhos fixos à frente, mas de vez em quando lançando um olhar rápido em minha direção, avaliando minhas reações. O silêncio entre nós não era desconfortável; era cúmplice, carregado de tudo o que havíamos vivido no iate, dos olhares, dos toques e do brilho de cada momento compartilhado.