A noite já tinha passado do limite razoável quando Josh finalmente entrou na mansão. O relógio do hall marcava um horário que qualquer pessoa chamaria de madrugada, mas para ele era só “mais um dia que não acabou”.
O terno estava amassado, a gravata frouxa, a mente ainda presa em planilhas, relatórios e, principalmente, em rostos de pessoas que ele sabia que queriam vê-lo cair.
Passou pelo corredor em direção ao quarto, mas um brilho de luz vindo da sala de estar do andar chamou sua atenção.
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