O som era insistente. Maya demorou alguns segundos para entender que não era parte de um sonho, mas da realidade. O celular vibrava sem parar em cima da mesinha, fazendo um pequeno ruído ritmado na madeira.
Ela abriu os olhos devagar, sentindo algo diferente.
O travesseiro cheirava a… ele. O perfume dele.
Piscou algumas vezes, confusa, até perceber que não estava do lado da cama em que costumava dormir. Estava do lado dele. No travesseiro dele.
Corou imediatamente, ainda sozinha no quarto.
— Me