Do lado de fora, a cidade seguia normal. Do lado de dentro do apartamento de Elizabeth, nada estava nem perto de normal.
Ela estava sentada no sofá, pernas cruzadas, um copo de conhaque esquecido sobre a mesa de centro, a cabeça cheia de planos que ainda não tinham forma definitiva. Quando a campainha tocou, ela já sabia quem era.
— Entre — disse, quando ouviu a porta ser aberta pelo porteiro.
O detetive particular que ela havia contratado entrou com a mesma discrição de sempre. Terno escuro, e