A mansão estava mergulhada em silêncio naquela noite. Era um silêncio diferente do que Maya conhecia da casa dos pais. Lá, o silêncio vinha depois do cansaço, de um dia cheio, e sempre podia ser quebrado pelo barulho da televisão ligada baixa ou pelo som da mãe mexendo em panelas na cozinha.
Na mansão Kameron, o silêncio parecia… planejado. Como se até o barulho fosse controlado.
Maya se revirou na cama por longos minutos. O relógio ao lado marcava quase meia-noite. Ela fechava os olhos, mas a