Augusto,
Vitória entra e eu sigo fechando a porta, ela para no meio da sala e cruza os braços me fuzilando com o olhar.
— Cadê o meu sogro? Já que você começou essa palhaçada me expondo para todo mundo, então chame-o.
— Seja menos dissimulada! — Renato mas saio da sala para procurar meu pai.
Entro no escritório e o chamo para dar um basta nisso, caminhamos em silêncio de volta a sala e enfim vou por os pingos nos 'is'.
— Bom já que está todos os interessados aqui, vamos ao que interessa... — Fa