Lúcia acariciava minha urna, e uma lágrima quente caiu sobre ela.
Meu coração estava um turbilhão de sentimentos.
— Ayla, quando éramos pequenas, foi você quem me salvou daquele sótão que parecia um pesadelo. Agora... chegou minha vez de te libertar também! Daqui pra frente... será que você pode aparecer mais nos meus sonhos? Sem você, viver sozinha... é tão solitário. Eu preferia que tivesse sido eu a morrer. Você era tão boa, tão gentil... devia ter tido uma vida feliz...
As lágrimas caíam cad