Alessandro VItali
— Papá! — A voz da minha filha me assusta. Eu estava hipnotizado pela garota.
— O que foi? — respondi com rispidez. Já a proibi de entrar neste quarto.
— Desculpa, papá... — Antonella fez um biquinho de choro. — Eu só vim dar boa noite.
Não senti nada ao vê-la com os olhos marejados. Posso parecer insensível, e não me importo. Detesto quando não me obedecem.
— Boa noite, Antonella. Agora saia. Eu disse para não entrar aqui — ordenei duramente. Recebi um olhar magoado antes de