Alessandro Vitali
— Eu... — Ela tentou, mas a voz falhou.
Ela estava em um estado deplorável, banhada em sangue, mas nem mesmo os ferimentos escondiam sua beleza. Vestia uma blusa de mangas compridas, agora reduzida a trapos. Após o esforço de tentar falar, seus olhos se fecharam. Toquei seu pulso: estava fraco, uma linha tênue entre a vida e a morte.
— Chamem uma ambulância! Eu quero essa mulher viva! Se ela morrer, eu mato cada um de vocês! — gritei. Meus homens correram para cumprir a ordem.