Luiza Santos
— Eu também te quero — respondi, as palavras saindo quase como um feitiço.
Luca não perdeu tempo. O paletó foi para o chão, seguido pela camisa social e pela camiseta branca. Ele se exibia para mim, um monumento de músculos trabalhados e pele marcada. Seus olhos verdes estavam escuros, tempestuosos, e o cabelo loiro continuava impecável. O lobo com a rosa — o símbolo que eu agora sabia ser o brasão da família — estava gravado em seu peitoral firme. Não consegui me conter e toquei o