Ela estava sentada no banco do corredor do hospital, pálida, e o celular havia se desligado sem que percebesse.
As palavras de Felipe ecoavam em sua mente, se alternando com a imagem de seu avô deitado na cama do hospital, cercado por tubos.
A garganta de Sílvia se apertava, como se estivesse sendo estrangulada, e respirar parecia exigir um esforço imenso.
Seu rosto, frio e úmido, foi tocado por ela, meio anestesiada, sentindo as lágrimas.
Estava chorando?
Sílvia olhou para a ponta dos dedos úmi