🥊 A Defesa Inesperada e o Poder da Advocacia
Marina Duarte
O silêncio tenso no Pub após a intervenção do bonitão foi cortado por um momento de expectativa. Meu pulso ainda latejava, mas meus olhos estavam fixos no meu protetor inesperado. Eu esperava que a autoridade tranquila dele fosse suficiente para encerrar a cena.
Mas a embriaguez é teimosa, e a arrogância, ainda mais.
Quando pensamos que o homem tinha entendido finalmente o seu lugar, ele tentou uma nova abordagem. Ele se desvencilhou do apoio do balcão, cambaleando, e tentou lançar uma ofensa contra o galã, misturando xingamentos com a promessa vazia de ser um homem rico. Em seguida, fez menção de avançar, não contra o bonitão, mas de volta para mim, como se eu fosse um prêmio que ele precisava recuperar para salvar o seu ego.
Foi rápido. Rápido e decisivo.
Mas o bonitão, sem a menor paciência, deu um soco nele. Não foi um soco de briga de rua, mas um golpe limpo, rápido, que atingiu o queixo do cliente bêbado. O som foi aba