Ele me olha por um momento, e dá um sorriso. Se coloca em pé.
—Que bom. Vamos! —Ele estende sua mão para mim. Eu a pego e me levanto. —Mas antes, deixe-me te apresentar ao meu irmão. Zafir.
Eu preciso respirar. Pressão fecha minha garganta, um nó duro como um pedregulho tira cada última respiração fora de mim. Eu sinto que estou perdendo meu controle. Respire.
Ele é um cafajeste que sumiu. Não você.
Rashid me envolve pela cintura e caminhamos até onde Zafir está parado, ainda olhando para mim.