No quarto de hóspedes, durante o dia haviam improvisado uma nova parede com mais madeira, Eidan sentia o peso do feitiço se aproximar novamente. A cada minuto, os símbolos em sua pele pulsavam com uma intensidade crescente, como se estivessem prestes a explodir em dor. Ele se revirava na cama, tentando, em vão, encontrar uma posição que aliviasse a sensação ardente. A angústia o consumia, e a mente começava a se inundar com as mesmas vozes perturbadoras.
“Não… por favor, não de novo…”, sussurra