– Eu... eu vi a deusa de Gael. Eu vi sua divindade, sua essência. E ela me olhou com tanta compaixão que, por um breve instante, senti que, talvez, houvesse esperança para nós. Mas, ao mesmo tempo, o que presenciei com Celeste e Sidônia... isso mudou tudo. Eu preciso compreender o que significa. Preciso entender como posso deixar o passado para trás e, assim, ajudar a quebrar essa maldição que nos aflige.
Clarck, com lágrimas contidas, beijou novamente sua amada e disse:
– Não fique assim, Clar