A escuridão da noite havia se estabelecido completamente quando Clarck chegou à casa que compartilhava com Clarice. O caminho estava envolto em sombras dançantes projetadas pela luz da lua, e o som distante de corujas era o único som a quebrar o silêncio. Ele abriu a porta com cuidado, tentando não fazer barulho, mas não precisou procurar por Clarice. Ela estava sentada no sofá da sala, as mãos unidas no colo, o rosto marcado por preocupação.
— Você demorou, — disse ela, levantando-se rapidamen