Quando Clarice recobrou a consciência, o primeiro sinal de alerta foi o cheiro. O ambiente cheirava a mofo, poeira e madeira podre, e o ar estava frio e pesado. Seus olhos se abriram lentamente, a visão embaçada até que ela conseguiu distinguir o teto deteriorado acima de si.
Tentou se mover, mas seus pulsos estavam presos. Olhou para os lados e viu que estava deitada em uma cama velha, as mãos amarradas à cabeceira de ferro enferrujado. As cordas apertavam tanto que a pele estava vermelha e ma