Clarice sentia o ar rarefeito se tornando um fardo pesado nos pulmões enquanto Lucian a segurava pelo pescoço, seus dedos apertando com uma força monstruosa. Ela tentava se libertar, mas era como se estivesse lutando contra uma parede de concreto. Os olhos dele, amarelados e selvagens, não mostravam nada além de ódio e uma determinação cruel.
– Pare com isso! – gritou ela, ou pelo menos tentou, já que o som saiu abafado.
Lucian inclinou a cabeça para o lado, como um predador estudando a presa a