Clarice observava o movimento da rua pela janela da floricultura, o som do mundo lá fora ecoando levemente em seus ouvidos. O lugar estava silencioso de manhã, mas, como sempre, ela sabia que em breve as coisas ficariam agitadas. Sarah havia ido para o trabalho, mas, diferente do que acontecia normalmente, não estava de todo sozinha. Ao longe, nos cantos mais isolados do estacionamento, dois carros estão estacionados, com vidros fechados e imoveis. Clarice sabia que eram os lobos de Clarck.
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