Kahrienna cerrou os dedos — até as unhas cavarem sulcos em suas próprias palmas, até as articulações ficarem pálidas.
— Aceitei a missão de matar Donaldo pela Ordem do Eclipse — disse, a voz um fio cortante, mais fria do que as pedras sob seus pés. — Mas foi por Sairihna. Minha amiga...
O nome da amiga saiu como um corte aberto.
Ela engoliu o nó de dor que subia pela garganta, então respirou fundo.
Lembrou-se dos gritos abafados que ouvira naquela noite, das mãos da amiga arranhando a