SAMANTHA VASCONCELOS
Toco a campainha.
Um.
Dois.
Três.
Cinco minutos.
Nada.
Nenhuma movimentação.
Mas que droga. Meu coração vai acabar explodindo! Toco de novo.
Por favor, Dom.
Toco a campainha pela última vez e bato na porta.
— Samantha? — a voz soa atrás de mim.
Me viro rapidamente e ele está ali. Cabelo desgrenhado. Aparentemente sem dormir. Sinto uma mistura de alívio e medo do que está por vir.
Realmente parece que ele teve uma noitada.
— Oi — digo cautelosamente.
Droga, ele parece est