O som das portas duplas de carvalho se fechando às suas costas pareceu o estalo de um chicote na cara de Kael. Ele estava parado no corredor de pedra, o peito arfando, os punhos cerrados com tanta força que suas unhas cortavam a palma das mãos. O ar nos pulmões parecia puro ácido.
Humilhado. Ele, que havia planejado cada passo, que havia passado noites em claro costurando alianças com os batedores mais antigos e alimentando a dúvida na mente dos anciãos, tinha sido encurralado e escorraçado.