O corredor que levava à Sala do Conselho era longo, de pedra fria e carregado com o peso de séculos de tradição. Kael caminhava com passos firmes, o som de suas botas ecoando como tiros contra o silêncio do bunker. Ele não estava nervoso. Pelo contrário, sentia uma adrenalina limpa, o tipo de energia que só surge quando você sabe que o destino está exatamente onde você o colocou.
Ele arrumou o colarinho de sua jaqueta militar. O Santuário lá fora parecia calmo, mas era a calma de uma matilha