Cap.66

Cap.66

A INFILTRADA

A luz da manhã entrava pelas cortinas como uma faca.

Minha cabeça latejava. A boca tinha gosto de vinho velho e arrependimento. O estômago embrulhava a cada movimento, como se tivesse um ouriço-do-mar girando dentro de mim.

Abri os olhos e não reconheci o teto.

“Onde estou?”

O quarto. Meu quarto. A mansão. Magnus.

“Como eu vim parar aqui?”

As memórias estavam embaralhadas, como cartas de baralho jogadas no chão.

A reunião com os aliados. A descida no elevador. Adriel no cor
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