Cap.45
A QUEDA DO IMPÉRIO
O despertar da manhã foi marcado por um silêncio melancólico.
Maelyn, ou lia como precisava aprender a chamar a si mesma levantou-se com a alma pesada.
O sol entrava pelas cortinas abertas, mas a luz parecia fria, distante, como se o mundo lá fora existisse em outra dimensão, inalcançável.
Ela se moveu pelo quarto como um autômato. Cada gesto era mecânico, abrir o armário, escolher a roupa, passar o creme na pele.
As mãos, ainda cobertas por bandagens finas que protegi