O despertar no hotel teve o sabor agridoce de uma despedida temporária. Luana abriu os olhos e encontrou o rosto de Miguel a poucos centímetros do seu, a respiração do peão calma, alheia à tempestade que rugia do lado de fora daquelas paredes. Ela permitiu-se um último minuto de paz, sentindo o calor do corpo dele antes de se desvencilhar dos lençóis.
— Eu preciso ir, meu amor — Luana sussurrou quando ele despertou, beijando-lhe a testa. — Espero que o Daniel não apareça de novo. Me deseje sort