Miguel segurava o corpo desfalecido da mãe com um braço, enquanto o outro apontava para a porta, os dedos tremendo de uma fúria que ele mal conseguia conter.
— Peguem isso e saiam daqui — ele sibilou, a voz saindo como um trovão baixo. — Agora!
— Senhor, são ordens diretas do Sr. Leon. Ele faz questão de que aceitem como uma compensação... — começou um dos seguranças, mantendo a voz profissional e fria.
— Compensação? — Miguel riu, um som seco e sem vida. — Ele acha que a vida da filha dele tem