O clima era de comemoração, mas para Luana, a sensação de não pertencer mais àquele lugar era quase agressiva. Priscila, percebendo o deslocamento da amiga, aproximou-se com um sorriso acolhedor, sentando-se ao seu lado no sofá de veludo.
— Luana? — chamou com suavidade. — Você... se lembra de mim? Quero dizer, de quem eu sou para você?
Luana desviou o olhar do nada e focou na moça à sua frente. Um pequeno sorriso receptivo surgiu em seus lábios.
— Eu tenho algumas lembranças, sim.
Priscila so