57 - ISIDÓRO

O cheiro da lenha queimando ainda tava no ar quando eu e os meninos chegamos da cidade. Vínhamos rindo, falando das ferramentas que a gente comprou e do milho verde que conseguimos por um preço bom, até que vimos de longe o fuzuê na frente da nossa casa na fazenda. Duas carroças estacionadas, mulher de braço cruzado, cara de poucos amigos e umas moças chorando.

— Que diabo é isso? — Teófilo pergunto franzindo a testa.

— Parece até velório. — resmungou o Bento, apertando o passo.

Assim que a gen
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