Acordei com o sol invadindo a janela do quarto e o calor gostoso de três corpos preguiçosos colados em mim. Um em cada lado e outro por cima da perna. Juro que por um segundo pensei que tivesse sonhado, que tudo aquilo era coisa da minha cabeça doida. Mas não era. Eu tava mesmo ali, no meio do mato, numa cama de madeira que range a cada movimento, com três homens brutos, lindos e completamente meus. Era surreal, mas era real.
Olhei pro lado e vi Bento dormindo igual anjo, o cabelo bagunçado, a