54 - ISIDÓRO

As mão tavam sujas de graxa, nóis mexia nas tramelas do galinheiro novo que o Teófilo tava tentando construir, um trem meio torto, mas tava de pé. Eu batia uns pregos aqui, ele ali, mas desde que o Bento e a Laysla sumiram pra dentro da casa, nós dois não se concentrava em mais nada.

O martelo do Téo descia com tanta força que se errasse, ia era arrancar o dedo fora.

— Cê vai quebrar esse prego aí, ó — eu falei só pra ver se ele parava com aquela fúria.

Mas ele largou o martelo com tudo no c
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