As mão tavam sujas de graxa, nóis mexia nas tramelas do galinheiro novo que o Teófilo tava tentando construir, um trem meio torto, mas tava de pé. Eu batia uns pregos aqui, ele ali, mas desde que o Bento e a Laysla sumiram pra dentro da casa, nós dois não se concentrava em mais nada.
O martelo do Téo descia com tanta força que se errasse, ia era arrancar o dedo fora.
— Cê vai quebrar esse prego aí, ó — eu falei só pra ver se ele parava com aquela fúria.
Mas ele largou o martelo com tudo no c