Mary
Dias depois…
O apartamento novo ainda cheirava a tinta fresca e liberdade. Eu estava no meio da sala, descalça, de short velho e cropped largo, cabelos presos num coque bagunçado, arrumando caixas quando o celular tocou. Era Samantha.
— Oi, Sam! — atendi animada, equilibrando uma caixa de sapatos no quadril. — Tudo bem por aí?
— Oi, Mary… — A voz dela saiu cautelosa, quase pedindo desculpas. — Olha, eu sei que você está ocupada, mas vou direto ao ponto. Clarke pediu seu endereço e quer