Clarke
Acordei com o peito apertado, como se alguém tivesse passado a noite inteira me socando as costelas. Meu quarto na casa do condomínio estava escuro, mas o relógio marcava quase sete da manhã. Peguei o celular da mesinha de cabeceira pela décima vez desde que abri os olhos.
Nada.
Nenhuma resposta para as três mensagens que mandei ontem à noite. Nenhuma chamada atendida. Nem o “visto por último” tinha atualizado desde as onze da noite anterior.
*Clarke:* Precisamos conversar.
*Clarke:*