Clarke
A luz da manhã entrava fraca pelas cortinas do quarto novo de Mary Anne, pintando o corpo dela de dourado. Ela dormia de lado, nua, o lençol embolado na cintura, cabelos longos espalhados pelo travesseiro como uma cascata selvagem. Meu braço estava por baixo da cabeça dela, o corpo ainda colado ao dela, pele contra pele. Meu pau, mesmo depois de quatro rodadas durante a noite, já começava a endurecer de novo só de sentir o calor dela.
Eu não conseguia dormir. Não depois de tudo que tí