Mary Anne
A praça da pequena cidadezinha estava viva. Luzes coloridas penduradas entre as árvores, mesas longas cheias de queijos, pães, azeitonas e jarros de vinho. Música alta, risadas, cheiro de uva madura e pão assado no ar. Era a festa da colheita, e os moradores pareciam conhecer Clarke como um dos seus.
— Vem, Mary! — chamou uma senhora idosa, Dona Rosa, puxando minha mão. — Hoje você pisa com a gente!
Eu ri, olhando para Clarke, que observava tudo com um sorriso orgulhoso no canto da