Ele apertou ainda mais minha mão.
Mas, de repente, ele me soltou.
Meu corpo cedeu e desabei no chão, respirando com dificuldade.
— Anselmo, eu juro... Eu não fiz nada disso!
Tentei segurar sua camisa, desesperada.
Mas ele me afastou com um movimento brusco.
— Clarissa, eu vou me casar com você. Mas não espere mais nada de mim.
Dizendo isso, virou-se e saiu, batendo a porta com força.
Me deixou ali, sozinha, no chão frio.
A noite inteira.
E justo naquele dia... era meu aniversário.
Eu tinha prepa