capítulo 4
Todos imediatamente cobriram o nariz e a boca, mas ainda assim, não conseguiram conter o impulso de engasgar.

— Que fedor horrível! Parece que alguma coisa morreu aqui! — Eliana comentou, com visível repulsa.

Anselmo apenas franziu o cenho e continuou avançando.

O porão permanecia mergulhado na escuridão.

Mas eu não sentia mais medo.

O escuro nunca foi o verdadeiro monstro.

O que realmente devia ser temido... eram as pessoas.

Um feixe de luz entrou pela porta entreaberta, iluminando o chão.

Eles
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