— Theo! — Málica criticou a atitude dele.
Ficamos nos olhando um tempo e percebi a fúria de Theo, pois suas narinas tremiam. Theo só ficava assim quando estava muito puto.
— Não me trate como criança, porque não sou! — Levantei, jogando o guardanapo sobre a mesa.
— Se não quer ser tratada como criança, aja como uma adulta.
Desnorteada, saí dali, indo em direção ao quarto. No corredor, encontrei o gato malvado, que tentou assassinar meu cachorro. Fiquei imóvel e ele arqueou o corpo, ouriçando-se