Respirei fundo, tentando me conter para não buscar um copo de vidro, que certamente melhoraria acústica. E claro que durou no máximo três minutos minha resistência em não invadir a privacidade do casal.
Abri a porta sem fazer qualquer ruído e fui até a cozinha, pegando um copo. Na volta, deparei-me com Fofinho deitado no início do corredor e parei, amedrontada.
O encarei e os olhos dele brilharam como dois diamantes na falta de claridade do recinto. Eu tinha medo dele. Mas a vontade de ouvir o