Theo pegou minha mão e trouxe-a vagarosamente até a altura de seu peito. Senti minhas pernas fraquejarem e não sei se meu coração suportaria aquele contato tão próximo que estávamos tendo. Talvez eu morresse... De taquicardia.
— Usou... Esta mão?
— Eu... — Não consegui terminar.
— Que mão usou para se tocar? — A voz dele foi tão gentil que assenti, confirmando que era a que ele tinha posse.
Então Theo fez o que jamais imaginei. Levou minha mão aos seus lábios e beijou cada dedo, me encarando. D