Juan Carlos Hernández
Acordei com risadas e uma pequena bola de energia pulando na minha cama.
— Papito, acorda! — a vozinha animada de Nina encheu o quarto, e antes que ela pudesse fugir, puxei-a para perto, enchendo-a de beijos. Ela gargalhava, debatendo-se entre risos enquanto eu fazia cócegas nela.
— Papito, para, por favor! — pediu entre soluços de riso.
— Tá bom, tá bom, parei! — falei rindo junto com ela.
Levantei-me e, no mesmo instante, ela pulou nas minhas costas, me fazendo de cavali