Rosa
Eu não queria, de jeito nenhum, que minha menininha se sentisse abandonada de novo. Ela não merecia se sentir renegada, e a ideia de que ela pudesse achar isso me partia o coração. Eu a observava com aqueles olhinhos brilhantes, cheios de esperança, e meu peito apertava.
— Meu amor, você sabe que não sou sua mãe de verdade, mas pode ter certeza de que eu te amo muito. E, sim, minha princesinha linda, você pode me chamar de mamãe — falei, sentindo a intensidade de cada palavra. Quando termi