Felipe
Marcava duas da tarde quando o telefone tocou sobre a mesa.
Atendi sem muita atenção, ainda revisando um contrato.
— Pois não?
— Senhor, tem uma moça aqui chamada Laila. Ela disse que precisa falar com o senhor com certa urgência — informou minha secretária.
Levantei imediatamente a cabeça.
— Pode deixá-la entrar.
Segundos depois, a porta se abriu e Laila entrou apressada, quase ofegante.
— Laila? — franzi o cenho. — Aconteceu algo com a Lorena?
— Não, não — respondeu rápido, levantando