Laila
Saímos da roda-gigante de mãos dadas.
Ainda dava para sentir o leve balanço nas pernas, como se o mundo continuasse girando devagar sob os meus pés. Mas, por dentro, tudo estava finalmente calmo.
Silencioso.
Seguro.
Ele me amava.
Sentia o mesmo que eu.
E não havia pressa, cobrança ou medo — só a certeza gostosa de que estávamos caminhando juntos, no mesmo ritmo.
Nossos dedos entrelaçados pareciam se encaixar com naturalidade, como se sempre tivessem pertencido ali.
— Última tentativa? — P