— Não temos nada para conversar! — ele rebateu assim que falei.
— Ah, mas nós temos sim! — Arqueei a sobrancelha e continuei encarando-o.
Não arredo o pé daqui sem antes falar com ele. E ele vai me ouvir, querendo ou não.
Theo soltou um longo suspiro, passou as mãos nos cabelos e encostou a cabeça no banco de couro. Seu semblante estava cansado, de alguém que havia dormido pouco, ou nada.
Bom, vai combinar com o meu, que está por baixo de meio quilo de maquiagem.
Depois que ele saiu do