Capítulo Doze — Theo Casali

Era como vivenciar uma solta de fogos de artifício.

A visão dela ajoelhada na minha frente, era quase como uma miragem.

— Não precisa fazer isso, moranguinho. — murmurei, arfando.

Se meu pau pudesse falar nesse instante, ele com toda certeza, me xingaria. Acho que até eu quero me ofender.

Não que eu não queira isso. Muito pelo contrário, era o que eu mais quero. Porra! Já havia chego até a sonhar com aquilo.

Sentir os lábios dela em volta do meu pau, era quase como tocar o céu.

Algo
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Cristina Portelatú é confuso Theo...cheio de sentimentos misteriosos.
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