— Finalmente o herói acordou — o homem, que acabou de entrar, diz com deboche.
— Herói? Estou mais para um prisioneiro de guerra, não acha? — respondi, também debochando. Mas a minha vontade é encher o filho da puta de porrada.
— Olha só, ainda quer parecer brincalhão — aproxima-se, me acertando um soco.
— Ahhh! — o grito da Jules ecoa pela sala— Não faz isso, por favor! — implora chorando.
— Gostou do tratamento que os prisioneiros de guerra recebem? — pergunta, ao me ver cuspir o sangue q